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quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
SUCOS - PROTETORES CONTRA O ALZHEIMER?
De acordo com a matéria “Alquimia no Corpo”, publicada na Revista Estilo Natural, os sucos de frutas e de verduras podem evitar os problemas da doença de Alzheimer, baseado em um estudo publicado na revista “The American Journal of Medicine”.
A doença de Alzheimer é uma doença neurológica, progressiva e incurável, que afeta principalmente os maiores de 65 anos. Seus primeiros sintomas de perda de memória degeneram em demência e podem levar à morte.
Após considerar fatores como tabagismo, educação, atividade física e consumo de calorias, os cientistas descobriram que a ingestão de sucos de vegetais três ou mais vezes por semana resultava em 76% a menos de possibilidades de desenvolver a doença.
Originalmente, os cientistas acreditavam que o alto consumo de ANTIOXIDANTES (vitaminas C, E e betacaroteno) poderia ter um efeito neutralizador do Alzheimer.
No entanto, as últimas investigações clínicas apontam os POLIFENÓIS, uma outra classe de antioxidantes presentes nos chás, vinhos, plantas, ervas, verduras e frutas, como os principais agentes benéficos.
Os compostos fenólicos vêm recebendo crescente interesse dos consumidores e fabricantes, pois inúmeros estudos epidemiológicos têm sugerido associações entre o consumo de alimentos e bebidas ricos em POLIFENÓIS e a prevenção de certas doenças crônicas como câncer e doenças cardiovasculares.
Além disso, a investigação sobre os efeitos neuroprotetores da dieta rica em POLIFENÓIS desenvolveu-se consideravelmente nos últimos 10 anos.
Os estudos demonstraram que esses compostos são capazes de proteger as células NEURONAIS.
No entanto, ainda não está esclarecido se estes compostos atingem o CÉREBRO em concentrações suficientes e numa forma biologicamente ativas para exercer estes efeitos benéficos.
Por outro lado, tornou-se claro que os mecanismos de ação desses POLIFENÓIS excedem sua atividade ANTIOXIDANTES e de atenuação do estresse OXIDATIVO.
O ESTRESSE oxidativo é causado quando há um desequilíbrio entre a produção de radicais livres e sua correspondente neutralização pelos antioxidantes.
O excesso de radicais livres tem recebido muita atenção quanto ao envolvimento em diversas doenças, incluindo as neurológicas.
Uma vez que os polifenóis são compostos altamente antioxidantes, o consumo de frutas e verduras pode atenuar o estresse oxidativo, prevenindo o aparecimento de diversas patologias, dentre elas, as doenças neurodegenerativas, como o mal de Alzheimer.
No entanto, embora os resultados sejam promissores, é importante que o público em geral não se precipite nem pense que o suco de vegetais é suficiente para evitar a doença.
Porém, sendo o Brasil um país tropical muito rico em frutas e com progressivo aumento na expectativa de vida, é muito importante incentivar o consumo de frutas e vegetais pois, além de ser mais saudável do que consumir produtos industrializados, a ingestão de frutas e verduras pode contribuir em longo prazo, no adiamento e início de determinadas doenças que envolvam, possivelmente, a participação dos radicais livres em alguma etapa de seu desencadeamento.
**Texto elaborado pela Dra. Juliana Geraix, aluna bolsista do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica pela VP Consultoria Nutricional/ Divisão Ensino e Pesquisa.
2 Respostas para SUCOS - PROTETORES CONTRA O ALZHEIMER? »»
Comentário
1.
Silvia
Comentário de Silvia | 03/07/2009 em 19:04:43
Olá Dra. Juliana,
Minha mãe com 84 anos com diagnóstico de Alzheimer início. Além da alimentação quais nutrientes são importantes neste início de tratamento. Ela só come alimentos processados no liquidificador. Pode ser em forma de suplementos? quais são fundamentais? Grata,
Silvia…
2.
VP
Comentário de VP | 06/07/2009 em 10:08:29
Olá Silvia, como vai?
Como abordamos anteriormente no blog, diversos nutrientes e alimentos são importantes na otimização da memória e prevenção do Alzheimer, tais como as vitaminas antioxidantes,
vitaminas B6, B9 e B12, colina, ferro, zinco e ácidos graxos ômega-3, entre outros.
Diversos alimentos são fontes desses nutrientes e podem ser incorporados a alimentação habitual da sua mãe, mesmo sendo essa alimentação processada. Uma suplementação pode ser também utilizada para complementar essa alimentação.
Entretanto, não podemos realizar uma orientação nutricional para sua mãe sem conhecer a história da doença, outros sinais e sintomas que sua mãe possa apresentar, hábitos de vida e hábitos alimentares, etc.
Apenas com uma orientação individualizada, poderemos obter resultados ótimos com sua mãe. Caso você tenha interesse, podemos indicar um profissional capacitado que atue mais próximo de sua região.
Qualquer dúvida nos escreva novamente.
Um abraço,
Dra. Valéria Paschoal
A doença de Alzheimer é uma doença neurológica, progressiva e incurável, que afeta principalmente os maiores de 65 anos. Seus primeiros sintomas de perda de memória degeneram em demência e podem levar à morte.
Após considerar fatores como tabagismo, educação, atividade física e consumo de calorias, os cientistas descobriram que a ingestão de sucos de vegetais três ou mais vezes por semana resultava em 76% a menos de possibilidades de desenvolver a doença.
Originalmente, os cientistas acreditavam que o alto consumo de ANTIOXIDANTES (vitaminas C, E e betacaroteno) poderia ter um efeito neutralizador do Alzheimer.
No entanto, as últimas investigações clínicas apontam os POLIFENÓIS, uma outra classe de antioxidantes presentes nos chás, vinhos, plantas, ervas, verduras e frutas, como os principais agentes benéficos.
Os compostos fenólicos vêm recebendo crescente interesse dos consumidores e fabricantes, pois inúmeros estudos epidemiológicos têm sugerido associações entre o consumo de alimentos e bebidas ricos em POLIFENÓIS e a prevenção de certas doenças crônicas como câncer e doenças cardiovasculares.
Além disso, a investigação sobre os efeitos neuroprotetores da dieta rica em POLIFENÓIS desenvolveu-se consideravelmente nos últimos 10 anos.
Os estudos demonstraram que esses compostos são capazes de proteger as células NEURONAIS.
No entanto, ainda não está esclarecido se estes compostos atingem o CÉREBRO em concentrações suficientes e numa forma biologicamente ativas para exercer estes efeitos benéficos.
Por outro lado, tornou-se claro que os mecanismos de ação desses POLIFENÓIS excedem sua atividade ANTIOXIDANTES e de atenuação do estresse OXIDATIVO.
O ESTRESSE oxidativo é causado quando há um desequilíbrio entre a produção de radicais livres e sua correspondente neutralização pelos antioxidantes.
O excesso de radicais livres tem recebido muita atenção quanto ao envolvimento em diversas doenças, incluindo as neurológicas.
Uma vez que os polifenóis são compostos altamente antioxidantes, o consumo de frutas e verduras pode atenuar o estresse oxidativo, prevenindo o aparecimento de diversas patologias, dentre elas, as doenças neurodegenerativas, como o mal de Alzheimer.
No entanto, embora os resultados sejam promissores, é importante que o público em geral não se precipite nem pense que o suco de vegetais é suficiente para evitar a doença.
Porém, sendo o Brasil um país tropical muito rico em frutas e com progressivo aumento na expectativa de vida, é muito importante incentivar o consumo de frutas e vegetais pois, além de ser mais saudável do que consumir produtos industrializados, a ingestão de frutas e verduras pode contribuir em longo prazo, no adiamento e início de determinadas doenças que envolvam, possivelmente, a participação dos radicais livres em alguma etapa de seu desencadeamento.
**Texto elaborado pela Dra. Juliana Geraix, aluna bolsista do curso de Pós-graduação em Nutrição Clínica pela VP Consultoria Nutricional/ Divisão Ensino e Pesquisa.
2 Respostas para SUCOS - PROTETORES CONTRA O ALZHEIMER? »»
Comentário
1.
Silvia
Comentário de Silvia | 03/07/2009 em 19:04:43
Olá Dra. Juliana,
Minha mãe com 84 anos com diagnóstico de Alzheimer início. Além da alimentação quais nutrientes são importantes neste início de tratamento. Ela só come alimentos processados no liquidificador. Pode ser em forma de suplementos? quais são fundamentais? Grata,
Silvia…
2.
VP
Comentário de VP | 06/07/2009 em 10:08:29
Olá Silvia, como vai?
Como abordamos anteriormente no blog, diversos nutrientes e alimentos são importantes na otimização da memória e prevenção do Alzheimer, tais como as vitaminas antioxidantes,
vitaminas B6, B9 e B12, colina, ferro, zinco e ácidos graxos ômega-3, entre outros.
Diversos alimentos são fontes desses nutrientes e podem ser incorporados a alimentação habitual da sua mãe, mesmo sendo essa alimentação processada. Uma suplementação pode ser também utilizada para complementar essa alimentação.
Entretanto, não podemos realizar uma orientação nutricional para sua mãe sem conhecer a história da doença, outros sinais e sintomas que sua mãe possa apresentar, hábitos de vida e hábitos alimentares, etc.
Apenas com uma orientação individualizada, poderemos obter resultados ótimos com sua mãe. Caso você tenha interesse, podemos indicar um profissional capacitado que atue mais próximo de sua região.
Qualquer dúvida nos escreva novamente.
Um abraço,
Dra. Valéria Paschoal
domingo, 19 de dezembro de 2010
GUARANÁ: Produtos, subprodutos e usos
O guaraná é usado na indústria farmacêutica e na fabricação de refrigerantes, xaropes, sucos, pó e bastões.
São atribuídos ao guaraná, entre outras, as seguintes propriedades: estimulante, afrodisíaco, ação tônica cardiovascular, combate a cólicas, nevralgias e enxaquecas e ação diurética e febrífuga.
O uso terapêutico da cafeína pode causar dependência psíquica e síndrome da abstinência; cosmético, no tratamento de pele oleosa e celulite (USP, 2004).
O guaraná contém: cafeína, proteína,açúcares, amido,tanino,potássio, fósforo, ferro, cálcio, tiamina e vitamina A.
O teor da cafeína na semente do guaraná pode variar de 2,0 a 5,0 % (do peso seco), maiores que os do café (1 a 2%), mate (1%) e cacau (0,7%).
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Cobaias que ingeriram café tiveram perda significativa de cálcio
Da Redação, Agência USP
A cafeína é um grande indutor da osteoporose. A conclusão é de uma pesquisa feita no Departamento de Morfologia, Estomatologia e Fisiologia da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP) da USP. Os pesquisadores notaram que cobaias adaptadas à ingestão de café tiveram uma perda significativa de cálcio nos ossos.
Inicialmente, um casal de ratos teve paulatinamente o hábito de tomar água substituído pelo de ingerir café. Em seguida, as cobaias foram postas para cruzamento. Os filhotes, que já nasceram adaptados ao consumo de café, foram o alvo do estudo.
A ninhada foi comparada a um grupo de ratos nas mesmas condições, mas cuja fonte de líquidos era a água. "A idéia foi fazer com que os ratos tomassem café em quantidades relativas se comparadas ao ser humano. No caso, foi dosada uma dieta de cinco xícaras de café por dia", afirma a professora Suzie Aparecida de Lacerda, uma das pesquisadoras do grupo. As cobaias não receberam nenhuma fonte de cálcio por meio de alimentos. Aos seis meses de vida, foi feita uma extração de dente para analisar o processo reparatório e, dois meses depois, parte de um grupo de machos e fêmeas foi sacrificada para se analisar a dosagem de cálcio no osso, no sangue e na urina.
Os primeiros resultados foram surpreendentes. Os dados referentes à análise dos machos sacrificados apontaram para perda de cálcio de 5% no osso analisado e aumento de incidência de cálcio na ordem de 21% na urina, que corresponde à perda de cálcio de toda a estrutura óssea. "Isso demonstra claramente que o cálcio estava sendo eliminado. É muita perda para um animal com estrutura óssea pequena e para o pouco tempo de estudo", afirma a professora Suzie.
Outro grupo de fêmeas, que não teve sacrifífio de animais, está servindo de base para uma segunda etapa da pesquisa. Aos seis meses, elas foram castradas para estimular a disfunção hormonal, que no ser humano é um importante fator indutor de osteoporose. Os estudos prosseguem para se conhecer, nessa etapa da vida, a incidência da osteoporose associada à ingestão de café.
Opiniões divididas
A literatura médica está dividida entre os que afirmam e os que negam que o café facilita o aparecimento da doença. Foi essa dúvida que suscitou os professores pesquisarem o assunto. "Os médicos que citam as causas para o surgimento da osteoporose, quando indicam a cafeína, a colocam bem lá embaixo na lista. Vimos que não é bem assim", analisa o pesquisador Plauto Watanabe.
A relação entre a pesquisa com ratos e os seres humanos, no entanto, ainda é precoce. "Não podemos garantir que a incidência de osteoporose provocada pela ingestão de cafeína aconteça nas mesmas proporções das que ocorreram nos ratos em laboratório. Outros fatores precisam ser considerados, como sedentarismo, café associado ao cigarro, e quantidade de ingestão de leites e derivados", ressalva Watanabe.
Fonte: Serviço de Comunicação da USP-Ribeirão Preto
A cafeína é um grande indutor da osteoporose. A conclusão é de uma pesquisa feita no Departamento de Morfologia, Estomatologia e Fisiologia da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP) da USP. Os pesquisadores notaram que cobaias adaptadas à ingestão de café tiveram uma perda significativa de cálcio nos ossos.
Inicialmente, um casal de ratos teve paulatinamente o hábito de tomar água substituído pelo de ingerir café. Em seguida, as cobaias foram postas para cruzamento. Os filhotes, que já nasceram adaptados ao consumo de café, foram o alvo do estudo.
A ninhada foi comparada a um grupo de ratos nas mesmas condições, mas cuja fonte de líquidos era a água. "A idéia foi fazer com que os ratos tomassem café em quantidades relativas se comparadas ao ser humano. No caso, foi dosada uma dieta de cinco xícaras de café por dia", afirma a professora Suzie Aparecida de Lacerda, uma das pesquisadoras do grupo. As cobaias não receberam nenhuma fonte de cálcio por meio de alimentos. Aos seis meses de vida, foi feita uma extração de dente para analisar o processo reparatório e, dois meses depois, parte de um grupo de machos e fêmeas foi sacrificada para se analisar a dosagem de cálcio no osso, no sangue e na urina.
Os primeiros resultados foram surpreendentes. Os dados referentes à análise dos machos sacrificados apontaram para perda de cálcio de 5% no osso analisado e aumento de incidência de cálcio na ordem de 21% na urina, que corresponde à perda de cálcio de toda a estrutura óssea. "Isso demonstra claramente que o cálcio estava sendo eliminado. É muita perda para um animal com estrutura óssea pequena e para o pouco tempo de estudo", afirma a professora Suzie.
Outro grupo de fêmeas, que não teve sacrifífio de animais, está servindo de base para uma segunda etapa da pesquisa. Aos seis meses, elas foram castradas para estimular a disfunção hormonal, que no ser humano é um importante fator indutor de osteoporose. Os estudos prosseguem para se conhecer, nessa etapa da vida, a incidência da osteoporose associada à ingestão de café.
Opiniões divididas
A literatura médica está dividida entre os que afirmam e os que negam que o café facilita o aparecimento da doença. Foi essa dúvida que suscitou os professores pesquisarem o assunto. "Os médicos que citam as causas para o surgimento da osteoporose, quando indicam a cafeína, a colocam bem lá embaixo na lista. Vimos que não é bem assim", analisa o pesquisador Plauto Watanabe.
A relação entre a pesquisa com ratos e os seres humanos, no entanto, ainda é precoce. "Não podemos garantir que a incidência de osteoporose provocada pela ingestão de cafeína aconteça nas mesmas proporções das que ocorreram nos ratos em laboratório. Outros fatores precisam ser considerados, como sedentarismo, café associado ao cigarro, e quantidade de ingestão de leites e derivados", ressalva Watanabe.
Fonte: Serviço de Comunicação da USP-Ribeirão Preto
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Chá e café ajudam a prevenir diabetes, mostra análise
da BBC Brasil
Pessoas que bebem chá e café correm menos riscos de desenvolver diabetes do tipo 2, concluíram especialistas após análise de vários estudos sobre o assunto.
Curiosamente, a proteção pode não estar associada à cafeína, uma vez que o café descafeinado parece ser mais efetivo, dizem os pesquisadores em artigo na revista científica "Archives of Internal Medicine".
Eles analisaram 18 estudos separados envolvendo quase 500 mil pessoas.
E concluíram que pessoas que bebem três ou quatro xícaras de café ou chá por dia diminuem suas chances de desenvolver a condição em um quinto ou mais.
A mesma quantidade de café descafeinado teve um efeito ainda maior, diminuindo os riscos em um terço.
O diabetes do tipo 2, ou diabetes mellitus do tipo 2, é a forma mais comum de diabetes.
Ele começa a se manifestar após os 40 anos de idade e se desenvolve quando o corpo produz insulina, mas não o suficiente, ou quando a insulina que é produzida não funciona direito.
Ele é tratada com uma dieta saudável e aumento na atividade física. Medicação e insulina também são receitados com frequência.
Se as conclusões do estudo forem confirmadas, médicos podem começar a aconselhar pacientes a colocar a água para ferver além do aumento nos exercícios e a atenção com a dieta e o peso --dizem os pesquisadores.
Estudo
Quando os pesquisadores combinaram e analisaram os dados colhidos pelos 18 estudos, descobriram que cada xícara adicional de café ingerida por dia diminui os riscos de diabetes em 7%.
A chefe da equipe, Rachel Huxley, da Universidade de Sydney, na Austrália, disse que é pouco provável que os resultados estejam associados unicamente à cafeína, dada a revelação de que o café descafeinado é mais efetivo.
Outros componentes do café e do chá --entre eles, o magnésio e os antioxidantes conhecidos como ácidos clorogênicos-- podem estar envolvidos no processo.
Segundo Huxley, "a identificação dos componentes ativos dessas bebidas abriria novas opções terapêuticas para a prevenção da diabetes mellitus".
"Se esses efeitos benéficos forem confirmados em testes, as implicações para milhões de indivíduos que sofrem de diabetes mellitus, ou que correm riscos de desenvolvê-la no futuro, seriam substanciosas", disse Huxley.
Uma representante da entidade britânica Diabetes UK, Victoria King, disse: "Sem informações completas sobre que outros fatores podem estar influenciando os riscos de desenvolver a diabetes do tipo 2 nos participantes do estudo - como seu nível de atividade física e dieta - ou sobre qual seria o ingrediente ativo do chá ou café responsável, não podemos saber ao certo a que se deve esse efeito, se é que ele existe".
"O que sabemos com certeza é que o desenvolvimento da diabetes do tipo 2 está fortemente associado ao estilo de vida, o que significa que muitos casos poderiam ser prevenidos com atividade física e uma dieta saudavel que seja pobre em gordura, sal e açúcar e rica em frutas e legumes", aconselha King.
Pessoas que bebem chá e café correm menos riscos de desenvolver diabetes do tipo 2, concluíram especialistas após análise de vários estudos sobre o assunto.
Curiosamente, a proteção pode não estar associada à cafeína, uma vez que o café descafeinado parece ser mais efetivo, dizem os pesquisadores em artigo na revista científica "Archives of Internal Medicine".
Eles analisaram 18 estudos separados envolvendo quase 500 mil pessoas.
E concluíram que pessoas que bebem três ou quatro xícaras de café ou chá por dia diminuem suas chances de desenvolver a condição em um quinto ou mais.
A mesma quantidade de café descafeinado teve um efeito ainda maior, diminuindo os riscos em um terço.
O diabetes do tipo 2, ou diabetes mellitus do tipo 2, é a forma mais comum de diabetes.
Ele começa a se manifestar após os 40 anos de idade e se desenvolve quando o corpo produz insulina, mas não o suficiente, ou quando a insulina que é produzida não funciona direito.
Ele é tratada com uma dieta saudável e aumento na atividade física. Medicação e insulina também são receitados com frequência.
Se as conclusões do estudo forem confirmadas, médicos podem começar a aconselhar pacientes a colocar a água para ferver além do aumento nos exercícios e a atenção com a dieta e o peso --dizem os pesquisadores.
Estudo
Quando os pesquisadores combinaram e analisaram os dados colhidos pelos 18 estudos, descobriram que cada xícara adicional de café ingerida por dia diminui os riscos de diabetes em 7%.
A chefe da equipe, Rachel Huxley, da Universidade de Sydney, na Austrália, disse que é pouco provável que os resultados estejam associados unicamente à cafeína, dada a revelação de que o café descafeinado é mais efetivo.
Outros componentes do café e do chá --entre eles, o magnésio e os antioxidantes conhecidos como ácidos clorogênicos-- podem estar envolvidos no processo.
Segundo Huxley, "a identificação dos componentes ativos dessas bebidas abriria novas opções terapêuticas para a prevenção da diabetes mellitus".
"Se esses efeitos benéficos forem confirmados em testes, as implicações para milhões de indivíduos que sofrem de diabetes mellitus, ou que correm riscos de desenvolvê-la no futuro, seriam substanciosas", disse Huxley.
Uma representante da entidade britânica Diabetes UK, Victoria King, disse: "Sem informações completas sobre que outros fatores podem estar influenciando os riscos de desenvolver a diabetes do tipo 2 nos participantes do estudo - como seu nível de atividade física e dieta - ou sobre qual seria o ingrediente ativo do chá ou café responsável, não podemos saber ao certo a que se deve esse efeito, se é que ele existe".
"O que sabemos com certeza é que o desenvolvimento da diabetes do tipo 2 está fortemente associado ao estilo de vida, o que significa que muitos casos poderiam ser prevenidos com atividade física e uma dieta saudavel que seja pobre em gordura, sal e açúcar e rica em frutas e legumes", aconselha King.
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